A ausência está de novo nos meus braços
Abril 21, 2008
Mais uma vez cá ela está, que sempre me acompanha, porém em todo momento tem me deixando sozinho, solitário, só. Sempre estive ao seu lado, ausência; nunca lhe abandonei. Você sempre me deixa só, solitário, sozinho.
Ausência ingrata, desgraçada, desagradável; maldita, até. Minha sina não há de ser, seria muita perversidade da vida. A não ser que a vida seja parceira, amiga daquela. Naturezas correlatas ou uma seria subconjunto da outra? A despeito de conhecer ou não a essência de nenhuma delas, pouco vai adiantar mesmo.
“Quero a vida sempre assim
Com você perto de mim”- Tom Jobim, em Corcovado
Ah, Tom, não há prosa nem verso de poesia que dê vencimento. Só o tempo, de fato. O tempo, outro maldito, desagradável, desgraçado e ingrato!
A força da chama
Abril 6, 2008
Eu admiro você, sua sinceridade, a forma como você demonstra o que sente por mim, desde que te conheci, a minha vida ganhou um novo sentido e, em meio a tantas coisas, você é minha verdade, a pessoa com quem sempre posso contar. Você me dá forças para seguir, foi meus olhos quando eu não podia ver, me deu asas quando eu não podia andar, me ensinou o significado da palavra amor. Não importa a hora, o lugar, a distância: nada apagará a chama que queima dentro de mim, pois você está em mim, enquanto eu viver, amarei você.
(…)
Em você encontro forças para seguir, tudo que você faz me mostra o quanto você me ama, você sempre está comigo quando eu preciso, quando você me abraça, sinto meu corpo flutuar de tão leve, eu amo você.